Juventude da Terceira

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Trocando Ideia

By Juventude on fevereiro 25, 2011

No mês de março, a Juventude da Terceira vai bater um papo que vai fazer você trocar suas idéias.
Participe de nossa enquete no link: http://juventude.terceira.org.br/destaque/trocando-ideia-altos-e-baixos-na-vida-espiritual.html

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4935833490_eea5f58e90Quando perguntei há duas semanas atrás, “A Doutrina da Depravação Total é Bíblica?”, minha resposta foi: Sim. E uma coisa que eu quis dizer é que todas as nossas ações (aparte da graça salvadora) são moralmente arruinadas. Em outras palavras, tudo o que um incrédulo faz é pecaminoso e, dessa forma, inaceitável a Deus.

Eu disse que uma das minhas razões de crer nisso vem de 1 Coríntios 10:31: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. Eu perguntei: “É pecado desobedecer esse mandamento bíblico?”. Sim!

Assim, eu traço esta conclusão sombria: é pecado comer ou beber ou fazer qualquer coisa que NÃO seja para a glória de Deus. Em outras palavras, pecado não é apenas uma lista de coisas nocivas (assassinato, roubo, etc.). Pecado é deixar Deus de lado nos assuntos ordinários de sua vida. Pecado é tudo o que você faz que você não faz para a glória de Deus.

Mas, o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Portanto, tudo o que eles fazem é pecado. O que eu quero dizer com isso é que, aparte da graça salvadora, tudo o que fazemos é moralmente arruinado.
Alguns de vocês, então, fazem a pergunta prática: Bem, como você “come e bebe” para a glória de Deus? Por exemplo, o seu suco de laranja no café da manhã?

Uma resposta é encontrada em 1 Timóteo 4:3-5: “[Alguns] proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado”.

Suco de laranja foi “criado para ser recebido com gratidão por aqueles que crêem na verdade” [na versão do autor]. Portanto, os incrédulos não podem usar suco de laranja para o propósito intencionado por Deus, a saber, como uma ocasião para sinceras ações de graças a Deus, a partir de um coração verdadeiramente com fé.

Mas os crentes podem, e é assim que eles glorificam a Deus. O ato de eles beberem suco de laranja é “santificado por meio da palavra de Deus e da oração”. A palavra de Deus nos ensina que o suco, e até mesmo nossa força para beber, é um dom gratuito de Deus ( 1 Coríntios 4:7; 1 Pedro 4:11). A oração é nossa humilde resposta de gratidão de coração. Crer nessa verdade da palavra, e oferecer ações de graças em oração, é uma forma de bebermos suco de laranja para a glória de Deus.

A outra forma é bebermos com amor. Por exemplo, não insista na maior porção. Isso é ensinado no contexto de 1 Coríntios 10:33: “Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”. “ Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” ( 1 Coríntios 11:1) . Tudo o que fazemos, até mesmo beber suco de laranja, pode ser feito com a intenção e esperança de que será para o proveito de muitos, para que eles possam ser salvos.

Louvemos a Deus por termos escapado, por Sua graça, da ruína total de todos os nossos feitos. E façamos tudo, quer comamos ou bebamos, para a glória do nosso grande Deus!

Procurando saturar tudo da vida com Deus,

Pastor John
15 de Setembro de 1986

Texto retirado de www.monergismo.com
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 21 de Julho de 2005.

Missões e Masturbação

By Juventude on janeiro 26, 2011

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Masturbação é a experiência de orgasmo sexual produzido por autoestimulação. Quase todo homem e muitas mulheres já experimentaram. Ela é uma prática regular de muitos homens solteiros.

A derrota na área da cobiça é uma das principais forças que impedem os jovens de obedecer ao chamado de Deus para o serviço cristão vocacional. Um adolescente ouve um chamado desafiador para se entregar à causa da evangelização mundial. Ele sente a persuasão do Espírito Santo. Prova a emoção de seguir ao Rei dos reis na batalha. Mas ele não obedece, pois está masturbando regularmente. Ele se sente culpado. Dificilmente consegue se imaginar testemunhando a uma bela garota sobre a condição eterna de sua alma, pois está acostumado a contemplar garotas nuas em sua imaginação. Assim, ele se sente indigno e incapaz de obedecer ao chamado de Deus. A masturbação se torna a inimiga de missões.

Mas a masturbação é algo errado? Deixe-me abordar a questão principalmente para os homens. Não posso imaginar orgasmo sexual sem imagem sexual na mente. Sei que existem ejaculações noturnas, as quais considero inocentes e úteis, mas duvido que alguém tenha um orgasmo à parte de um sonho sexual que forneça a imagem necessária na mente. Evidentemente, Deus constituiu a conexão entre orgasmo sexual e pensamento sexual de tal forma que a força e o prazer do orgasmo dependem do pensamento ou imagens em nossas mentes.

Portanto, para se masturbar, é necessário ter pensamentos ou imagens vívidos e excitantes na mente. Isso pode ser feito por pura imaginação ou mediante fotos, filmes, histórias ou pessoas reais. Essas imagens sempre envolvem as mulheres como objeto sexual. Uso a palavra “objeto” porque para uma mulher ser um verdadeiro “sujeito” sexual em nossa imaginação, ela deve na realidade ser alguém com quem experimentamos o que estamos imaginando. Esse não é o caso com a masturbação.

Dessa forma, voto um não para a masturbação. Pode haver outras razões pelas quais ela é errada. Por ora, fundamento meu voto sobre as inevitáveis imagens sexuais que acompanham a masturbação, as quais tornam as mulheres em objetos sexuais. Os pensamentos sexuais que possibilitam a masturbação não ajudam nenhum homem a tratar as mulheres com maior respeito. Portanto, a masturbação produz culpa real e legítima, e obstrui o caminho da obediência.

Três encorajamentos para homens solteiros:

1. Vocês não estão sozinhos na batalha.
2. Fracasso periódico nesta área não te desqualifica mais para o ministério do que fracassos periódicos de impaciência (que também é um pecado).
3. Procure o poder expulsivo de uma novação afeição. Andei por uma seção inteira de livros de “fotografia” no Walker Art Center na quinta-feira passada, capacitado pelo prazer melhor de sentir Cristo conquistar a tentação do olhar.

Por causa do seu poder,

Pastor John

Fonte: http://www.desiringgod.org/resource-library/taste-see-articles/missions-and-masturbation-portuguese

Rio Solidário

By Juventude on janeiro 18, 2011

Não poderia ser diferente!

A juventude cristã não ficou indiferente ao momento tão doloroso no Rio de Janeiro.
Amanhã (19/01) às 21h no Blenz Café, 409 Sul você vai poder curtir um som abençoadíssimo
com Hélvio Sodré, Aclame e Jovens da Capital e ainda ajudar os desabrigados da região serrana do Rio.
Leve 2Kg de alimento não perecível para a arrecadação de mantimentos e ajude com o couvert
que será revertido em ajuda humanitária para as famílias alcançadas pela tragédia.

Vamo lá galera! Vamo fazer diferença de verdade!

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Intervalo ao vivo!

By Juventude on janeiro 22, 2011

Galera, acompanhe nosso culto ao vivo pela internet!

Só não use como desculpa para não aparecer aqui :)

É pecado?

By Juventude on fevereiro 27, 2010

por Allen Porto, seminarista batista em São Luiz (MA)

por Allen Porto, seminarista batista em São Luiz (MA)

Nota de abertura:

Tenho percebido que muitas das perguntas que chegam a mim através do Formspring (http://forsmspring.me/allenporto) são do tipo “é pecado fazer isso?”, “é pecado fazer aquilo?”, “o crente pode fazer tal coisa?”, etc., etc.

Preocupado com o que isso indica, escrevi as linhas abaixo. Retenham o que é bom. Ao texto:

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A pergunta preferida do crente preguiçoso é: “é pecado?”. Explico: o crente preguiçoso é o sujeito que não quer ter o trabalho de pensar a sua existência a partir da Escritura. Não exercita a mente, e assim fica dependendo das frases de efeito de uns e outros.

A maior debilidade está no fato de que a sua conduta não é pautada por princípios bíblicos. Ele não dedica tempo a pensar sobre a aplicação dos conceitos gerais da Escritura no seu cotidiano. Em vez de extrair força e sabedoria da Palavra de Deus, vive perguntando a todos se determinado ponto é pecado ou não.

Se disserem que é pecado, então ele não faz – ou diz que não faz. Se não disserem, ele continua a praticar numa boa.

A sua consciência é inflável. Alguém precisa ficar soprando, senão ela murcha. Por isso, tais pessoas não possuem um padrão adequado de conduta – tudo o que têm é uma lista do que podem e do que não podem fazer.

Cada situação diferente gera uma nova crise, ou uma nova oportunidade de pecar. Por não fazerem o link da verdade bíblica com o todo de sua vida, sempre que se deparam com um evento não listado no seu registro, ficam perdidos.

Além dessas tristes marcas, o resultado de tal mentalidade são consciências moribundas. Os preguiçosos-da-vida-cristã são pessoas sem as grandes doutrinas da fé cristã firmadas em seu coração. Todo o seu jogo religioso está espalhado, sem conexões e implicações. A consciência é terminal, pois não possui uma estrutura unificadora que dê a este indivíduo coerência e sentido. Por sua dependência das afirmações alheias, ele permanece de pé ou cai conforme o seu guru mais próximo.

Quando a pergunta fundamental da sua existência é: “isso é pecado ou não?”, talvez você tenha perdido o foco sobre uma vida que glorifica a Deus. O cristão saudável não deixa de praticar apenas aquilo que é pecado, mas tudo o que não honra a Deus.

Não fica a procurar listas do que pode e não pode fazer, mas observa da Palavra de Deus os princípios a serem aplicados em todas as situações de sua vida, vivendo com sabedoria, honestidade, amor, humildade, etc., etc. Entende, ou busca entender as implicações e desdobramentos das doutrinas cristãs para a sua vida. Possui um coração centrado em Deus, e não em si.

O cristão bíblico não se entrega ao legalismo das fórmulas, mas aplica a mentalidade cristão à sua maneira de viver – experimenta uma vida a partir da cosmovisão cristã.

Postagem original aqui