Trocando Ideia – Seja mal vindo e até nunca mais
Se queremos ser santos como Jesus foi de fato devemos estar em auto-reflexão a todo tempo e assim comparando nossas atitudes e pensamentos com o que Jesus viveu e nos ensinou. Com a participação da REBECA, MARCOS e PR. GILBERTO, nós, como juventude, tivemos momentos de reflexão sobre nosso comportamento diante dos visitantes e nosso comportamento como corpo de Cristo.
Para Deus curar, e preciso mexer na ferida, e Ele mexeu, nos constrangeu, e com certeza está nos restaurando. Afinal o que somos? Uma igreja ou um clube? Bom, se somos uma igreja é como Cristo que devemos nos comportar e Cristo não rotulou ninguém ou preferiu estar apenas entre seus amigos.
Pr Gilberto enfatizou “Se queremos ser parecidos com Jesus, devemos amar como Ele amou”. Entre muitas perguntas e desabafos nos deparamos com depoimentos que como disse o Felipe nos constrangeu; de fato por muito tempo agimos como reis ou integrantes dessas indissolúveis panelinhas, mas no Sábado vimos o quanto Deus já mudou isso, e como sua obra em nossas vidas tem progredido.
Chega de “Nossa a igreja não da atenção para os visitantes, isso é um absurdo”, absurdo é pensarmos assim afinal somos ou não a igreja? Sim, Deus falou! Isso tem que partir de nós! Quantos visitantes ou até mesmo membros já vimos ir embora simplesmente porque não foram notados como deveriam ou esperavam? E as pessoas que pensamos ser diferentes? Será que somos todos iguaizinhos? Será que somos uma juventude livre do pecado e totalmente diferente dos que se afastaram ou dos que estão chegando? Será que é por isso que pensamos que um Oi e um sorriso basta?
Será que Jesus deu só “um tapinha nas costas” de Maria Madalena falando, “seja bem vinda” e foi cuidar de seu ministério, deixando-a por sua conta? SABEMOS QUE NÃO FOI ASSIM, MAS ÀS VEZES AGIMOS COMO SE FOSSE ISSO QUE ELE NOS ENSINOU…
OK! TEMOS PROBLEMAS! E A SOLUÇÃO? A solução é começar de nós, aliás, Deus tem nos feito passar por situações bem malucas para aprendermos a nos olhar com olhos de amor.
Pr. Gilberto ressaltou a importância do Pequeno Grupo para nos sentirmos parte e trazer alguém para ser parte.
Marcos nos lembrou que sermos nós mesmos, sem excesso de perfeição ou atitudes artificiais já ajuda bastante a fazer alguém se sentir à vontade.
Rebeca cutucou: “Por que não deixamos nossos confortáveis grupinhos e gastamos um tempo com alguém que não conhecemos?”
Por fim assumimos com Deus o compromisso de vigiarmos nossos atos e nos voltarmos verdadeiramente às pessoas que estão a nossa volta, principalmente as que nunca vimos.
Como está escrito em Atos 2.42-47
“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos.”
E você? O que se lembrou do nosso debate? Qual a solução para que nos juventude amemos como Jesus amou?
Mariana Cardoso – jovem da Terceira