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Madruga Futebol Clube

By Juventude on março 23, 2011

Fala galera!

Nesse sabado teremos o Madruga Futebol Clube, uma oportunidade não só para aumentar a comunhão interna da Juventude da Terceira, bem como para fazer novas amizades com os jovens que estarão a visitando a TIB Sede Sul.

Desde já deixamos as nossas boas vindas a todos, esperamos que se sintam bem em nosso meio e que sejam abençoados profundamente por Deus.

Relembrando, o preço é 10 REAIS para os homens e 5 REAIS para as mulheres.  O pagamento poderá ser feito na hora.

Segue aqui o link do mapa com a localização da TIB Sede Sul: http://www.terceira.org.br/wp-content/themes/default/images/mapaigreja.jpg

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As regras do Madruga Futebol Clube serão as seguintes:

1- ESTÃO TERMINANTEMENTE PROIBIDOS OS PALAVRÕES, OS XINGAMENTOS E AS BRIGAS. CASO ALGUMA DESSAS SITUAÇÕES OCORRA, A PARTIDA SERÁ ENCERRADA E O FUTEBOL SERÁ CANCELADO PARA TODOS;

Para o futebol masculino:

2- 7 min ou 2 gols;
3- Ao completar 7 min de jogo no cronômetro, a partida será encerrada;
4- A ordem será pela lista de chegada no campo;
5- Se empatar, saem os dois times;
6- Quando um time ganhar 3 partidas consecutivas, ele obrigatoriamente sai. Se ganhar ou empatar a terceira, ele volta antes do time que era adversário;
7- Pediu falta é falta. Só pode pedir falta quem está disputando o lance;
8- Falta dentro da área é penalti;
9- Se o goleiro agarrar com as mãos bola recuada pelo jogador de seu time com os pés, seja de onde vier o passe, será marcado escanteio para o time adversário;
10 – O pagamento é obrigatório para todos que quiserem participar do futebol.

É isso galera, esperamos todos vocês lá no sábado. Forte abraço a todos e que Deus os abençoe!
Bruno Rafael

Panelinha-da-WikiTrocando Ideia – Seja mal vindo e até nunca mais

Se queremos ser santos como Jesus foi de fato devemos estar em auto-reflexão a todo tempo e assim comparando nossas atitudes e pensamentos com o que Jesus viveu e nos ensinou. Com a participação da REBECA, MARCOS e PR. GILBERTO, nós, como juventude, tivemos momentos de reflexão sobre nosso comportamento diante dos visitantes e nosso comportamento como corpo de Cristo.

Para Deus curar, e preciso mexer na ferida, e Ele mexeu, nos constrangeu, e com certeza está nos restaurando. Afinal o que somos? Uma igreja ou um clube? Bom, se somos uma igreja é como Cristo que devemos nos comportar e Cristo não rotulou ninguém ou preferiu estar apenas entre seus amigos.

Pr Gilberto enfatizou “Se queremos ser parecidos com Jesus, devemos amar como Ele amou”. Entre muitas perguntas e desabafos nos deparamos com depoimentos que como disse o Felipe nos constrangeu; de fato por muito tempo agimos como reis ou integrantes dessas indissolúveis panelinhas, mas no Sábado vimos o quanto Deus já mudou isso, e como sua obra em nossas vidas tem progredido.

Chega de “Nossa a igreja não da atenção para os visitantes, isso é um absurdo”, absurdo é pensarmos assim afinal somos ou não a igreja? Sim, Deus falou! Isso tem que partir de nós! Quantos visitantes ou até mesmo membros já vimos ir embora simplesmente porque não foram notados como deveriam ou esperavam? E as pessoas que pensamos ser diferentes? Será que somos todos iguaizinhos? Será que somos uma juventude livre do pecado e totalmente diferente dos que se afastaram ou dos que estão chegando? Será que é por isso que pensamos que um Oi e um sorriso basta?765px-reprovado_pela_panelinha-svg

Será que Jesus deu só “um tapinha nas costas” de Maria Madalena falando, “seja bem vinda” e foi cuidar de seu ministério, deixando-a por sua conta? SABEMOS QUE NÃO FOI ASSIM, MAS ÀS VEZES AGIMOS COMO SE FOSSE ISSO QUE ELE NOS ENSINOU…

OK! TEMOS PROBLEMAS! E A SOLUÇÃO? A solução é começar de nós, aliás, Deus tem nos feito passar por situações bem malucas para aprendermos a nos olhar com olhos de amor.

Pr. Gilberto ressaltou a importância do Pequeno Grupo para nos sentirmos parte e trazer alguém para ser parte.
Marcos nos lembrou que sermos nós mesmos, sem excesso de perfeição ou atitudes artificiais já ajuda bastante a fazer alguém se sentir à vontade.

Rebeca cutucou: “Por que não deixamos nossos confortáveis grupinhos e gastamos um tempo com alguém que não conhecemos?”

Por fim assumimos com Deus o compromisso de vigiarmos nossos atos e nos voltarmos verdadeiramente às pessoas que estão a nossa volta, principalmente as que nunca vimos.

Como está escrito em Atos 2.42-47
“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos.”

E você? O que se lembrou do nosso debate? Qual a solução para que nos juventude amemos como Jesus amou?

Mariana Cardoso – jovem da Terceira

Venha participar desse grupo super animado!
Aqui você vai fazer amigos e trocar muitas ideias sobre essa vida maravilhosa do casamento.
Esperamos vocês dois!

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22-forever-alone(…) era estrangeiro, e hospedastes-me; (…)Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Mateus 25.35-40

Olá! Qual é o seu nome? Que bom te conhecer! Você é de onde? O que você gosta de fazer? Quer conhecer meus amigos? Quer sair com a gente? Vou te ligar pra marcarmos alguma coisa! Venha a minha casa essa semana! Você está precisando de algum apoio ou ajuda? Anote meu número que eu te dou uma carona para vir na próxima semana! Foi um prazer te conhecer! Vamos ser bons amigos!

Todas essas expressões fazem parte de um diálogo em que uma pessoa está interessada em transformar um desconhecido em um amigo. Qualquer um com o mínimo de saúde mental, que acaba de chegar a um grupo ou comunidade gostaria de ouvir essas expressões vindas de outra pessoa. Não sendo um avestruz com crise de timidez que nunca tira sua cabeça do buraco, uma lesma que levou um tiro na coluna e ficou paralítica ou uma lombriga solitária escondida na área de serviço de um menino que confundiu a areia do parquinho com a farofa do almoço de ontem; qualquer pessoa do reino animal (é só uma piada, não sou naturalista) quer ser bem recebida aonde chega.

Se gostamos tanto de receber esse tipo de tratamento, porque não tratamos assim? Se é tão importante nos sentirmos bem recebidos aonde chegamos, porque não recebemos bem? Parece que aquela história do cara que conhece a garota e depois de dormirem juntos é que se interessam por saber os nomes um do outro, é apenas a extremidade escandalosa de uma crise que tornou fútil todo tipo de relacionamento. Até o poodle da vizinha, com aquele corte clássico que parece que foi inspirado no corte da Gal Costa nos anos 70, sofre com a futilidade com que é tratado! Tudo bem! Exagerei.

Esse egoísmo que transformou os relacionamentos em interações interesseiras ao invés de interessadas, pode até ser encarado como natural em diferentes situações, grupos e comunidades, mas é inaceitável para a Igreja de Jesus. A igreja foi criada por Jesus para desenvolver relacionamentos aprofundados, primeiramente com Ele mesmo, mas também entre nós e especialmente com os de fora. A igreja de Atos 2.42-47 entendeu isso muito bem. Lá as pessoas ganhavam a simpatia de outras.

Convido você a fazer um voto junto comigo. Deixe de lado esses seus amigos de sempre, em dois encontros de jovens por mês e invista seu interesse, simpatia e seu tempo em pessoas novas na sua comunidade. Você vai descobrir como é bom fazer novas conexões, sair desse lugar sujo, fedido e mal lavado do seu egoísmo, para ser uma lombriga que sente e exala o perfume da Igreja de Jesus na vida de outras lomb… quer dizer, pessoas.

Ajude a gente a melhorar! Participe de nossa enquete.

Felipe Simões
Ministro da Juventude da Terceira

onibus-lotado1_56ff670e2adc85a1e6faeb1cdbc99bd9Ainda em cartaz, o filme “127 Horas” conta a história de um aventureiro em uma viagem solitária à região dos famosos cânions dos Estados Unidos. Em uma situação no mínimo inusitada, Aron Ralston se vê preso pelo braço esmagado entre uma pedra solta e uma rocha. Toda a história do filme se desenvolve em torno do sentimento de profunda frustração que o jovem viajante vive por ver seu planejamento rolar despenhadeiro abaixo.

Neste carnaval não fiquei com o braço esmagado e nem preso em uma rocha ou coisa do gênero. Mas vivi, junto com mais 40 companheiros, uma viagem no mínimo inusitada que sempre estará guardada em um lugar especial de nossas memórias.

Dia 04 de março de 2011, um grupo de jovens acrescido de mais alguns nem tão jovens (por favor sejam humildes, realistas e não se ofendam) saiu de Brasília em um ônibus fretado em direção a Nova Friburgo, Rio de Janeiro. O veículo foi completamente cheio de donativos, malas e indivíduos sonhando com uma grande aventura em que cada um se sentiria uma mistura de Madre Tereza de Calcutá e Indiana Jones em busca de alguma coisa perdida.

Acontece que nas primeiras horas de viagem o sonho “Bollywoodiano” foi se esfarelando entre as paletas do limpador de pára-brisas. Em uma estrada com 90% do caminho debaixo de chuva, o ônibus poderia ter quebrado o câmbio e termos que ir até o Rio de marcha ré, mas não os limpadores de pára-brisas. Depois de 44 horas, 937 (número fictício e apenas levemente exagerado) tentativas de soldar “não sei o que” no “não sei o que lá” e de nos sentirmos em um episódio dos “Flintstones” ao vermos três jovens bem intencionados puxando o limpador de um lado para o outro com uma corda, chegamos em Bom Jardim.

Bom Jardim? Sim, Bom Jardim. Planejamos levar todas as doações, mas não cabiam no ônibus; planejamos uma viagem de 16 horas que levou 44; planejamos chegar em Nova Friburgo e acabamos por chegar em uma cidade cujo nome parece uma piada de humor negro considerando o motivo que nos levou até lá. Depois de dormirmos como um amontoado de pinos de boliche após um “strike”, na segunda, fomos a um bairro chamado Bom Destino, onde conhecemos a dona Zefinha, a Edilene e o seu Paraíba que, resumidamente, nos ensinaram a ver nossas tragédias não como se fôssemos os únicos personagens de uma história que não deu certo, mas como parte de uma história escrita e protagonizada por um Deus que se fez tragédia para que em todas as frustrações e decepções que passássemos lembrássemos dele e soubéssemos que nele somos muito mais do que aventureiros bem sucedidos em algum plano ou viagem.

Queríamos fazer e não fizemos, queríamos chegar e não chegamos, queríamos trazer e não trouxemos o que planejamos. Deus nos surpreendeu com nossas frustrações, transformando-as em novas amizades, amadurecimento, uma nova maneira de ver o outro e suas necessidades, humildade para aceitar o que não queremos, mas o que temos, a lição de que não somos os donos da história nem os heróis de um filme, mas servos daquele que serviu primeiro.
Não construímos, mas voltamos edificados; não mudamos vidas, mas a nossa nunca mais será a mesma; não transformamos histórias, mas a nossa foi marcada. Voltamos totalmente diferentes de como saímos e a conclusão é que nada disso foi planejado… pelo menos por nós.

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Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe? Jeremias 23:23

Sentir-se mais perto de Deus do que em que qualquer outro momento da vida ou sentir-se tão distante dele quanto a seleção da Nova Zelândia sente-se distante de ser campeã da Copa do Mundo. Dois extremos que a vida espiritual de qualquer jovem pode experimentar.

Quem pode afirmar que seu relacionamento com Deus nunca passou por chacoalhadas? Afinal é só pensar nas suas amizades, seu namoro, seus pais e, é claro que não poderia faltar, seus irmãos (quem tem sabe do que estou falando). É muito difícil ter um relacionamento sempre melhorando com qualquer pessoa e com Deus não é diferente, a não ser por uma questão.

Deus fala por Jeremias que ele é Deus em qualquer circunstância. Longe ou perto, Ele é Deus da mesma forma, imutável e perfeita. O nosso relacionamento com Deus tem altos e baixos, não porque Deus é ausente como um amigo que se mudou, ciumento como sua namorada que fiscaliza seu Orkut e seu Facebook 48 horas por dia ou abusado como seu irmão que acha que seu armário é uma loja de roupas em promoção de 100% de desconto. Deus é o mesmo, ainda que você seja alguém diferente a cada temporada da sua série predileta.

A razão de se viver um dia bem e outro mal no relacionamento com Deus, não está em Deus, mas em nós. Santo Agostinho disse que o pecado é o motivo da nossa tristeza e por isso devemos deixar que a santidade seja o motivo da nossa alegria. Falar de santidade é falar de deixarmos o caráter de Deus moldar nosso caráter.

Certa vez perguntei como andava a vida de um jovem por quem eu orava e me preocupava muito. “Tô bem, cara! Minha consciência está tranqüila em relação a minha vida”, foi o que ele disse. Cara! Você precisa entender que seu relacionamento com Deus não se estabelece entre duas pessoas em posições de mesma importância. Você precisa olhar para Deus e imitá-lo. Quando Deus chamou seu povo, não disse: “Sejam santos do jeito de vocês que eu serei do meu.” NÃO!!! “Sejam santos como Eu sou santo.” Essa é chave de uma vida espiritual equilibrada e crescente.

Sabe de uma coisa? Saber que Deus é perfeitamente e eternamente Santo me desafia e me conforta. Desafia-me a não deixar que qualquer “topadinha” no pé da mesa me transforme em um ateu e me conforta em saber que apesar de em um dia eu me sentir praticamente o anjo que queimou a boca de Isaías e no outro eu me perguntar se Deus realmente existe, Deus ainda tem o mesmo amor, graça e misericórdia por minha vida.

Sua vida espiritual tem altos e baixos? Você não é o único no mundo a responder sim para essa pergunta. O seu Deus é o mesmo quando você o sente perto ou quando nem mesmo o sente? Se você é um cristão, então você serve ao único Deus que pode te fazer responder sim a essa pergunta.

O que eu desejo? Desejo que sua vida espiritual deixe de ser essa montanha russa sem fim e sem sentido para se tornar o reflexo claro e evidente de um Deus santo, imutável, perto ou longe.

Participe aqui da nossa enquete!